Em um cenário econômico marcado por juros elevados, crédito mais seletivo e pressão constante sobre margens, o capital de giro tornou-se um dos ativos mais valiosos das indústrias brasileiras. E, nesse contexto, a Supply Chain assume um papel central nas discussões financeiras.
Estoque deixou de ser apenas um indicador operacional. Ele representa caixa imobilizado, risco de obsolescência e impacto direto no balanço. Por isso, decisões relacionadas a níveis de estoque passaram a ocupar espaço nas agendas de CFOs, CEOs e Conselhos.
Supply Chains maduras conseguem equilibrar disponibilidade e liquidez, evitando excessos sem comprometer o nível de serviço ao cliente. O foco deixa de ser simplesmente reduzir estoque e passa a ser manter o estoque certo, no lugar certo e no momento certo, alinhado à estratégia comercial e financeira da empresa.
Para o nível executivo, indicadores relevantes são aqueles que mostram claramente como a gestão da Supply Chain contribui para liberar caixa, reduzir custo total e sustentar margens. Isso exige modelos de gestão mais integrados, colaborativos e orientados à previsibilidade.
Nesse contexto, abordagens como VMI e VAS ganham espaço por apoiar a racionalização de estoques e a simplificação da gestão, permitindo que a empresa concentre esforços no seu core business. A La Rondine Indústria e Comércio, com atuação em VMI e VAS, conecta-se a essa necessidade ao apoiar indústrias na construção de Supply Chains mais equilibradas do ponto de vista financeiro e estratégico.
Por: Equipe La Rondine